sábado, 14 de junho de 2014

Simulação Realística

Você sabe o que é a simulação realística? Você entende como ela pode ser útil na formação de um Farmacêutico Clínico Prescritor? Veja o vídeo e entenda mais sobre a Farmácia Clínica e Prescrição Farmacêutica. A primeira turma já é um sucesso! Inscrições abertas para segunda turma!!! Não perca sua chance de se diferenciar no mercado.






quarta-feira, 2 de abril de 2014

VICK VAPORUB E A GRIPE ESPANHOLA


Não é de hoje que a desgraça de uns torna-se a fortuna de outros. Veja o caso do farmacêutico Lunsford Richardson e de seu cunhado, o Doutor Joshua Vick. Em 1890 os dois começaram um negócio próprio, uma pequena fábrica de ungüentos que prometiam combater os sintomas de pneumonias e resfriados, em especial a congestão nasal. Nessa época o Dr. Vick já era bem conhecido no estado da Carolina do Norte em virtude de seu grande conhecimento médico.
Seu cunhado sabia disso e sua idéia era exatamente associar a fama do Dr. Vick aos produtos que seriam vendidos por sua marca. Assim surgiu o Vick’s Family Remedies, um empreendimento familiar dos mais modestos. No entanto, se Joshua era bom médico, Lunsford não ficava atrás como farmacêutico. Os primeiros produtos desenvolvidos por ele realmente eram eficazes, fato que cativou muitos consumidores da região.
A empresa era próspera, porém ainda não tinha fama. Isso começou a mudar em 1905 com a chegada de um novo produto, resultado dos anos de experiência na área. Ele se chamava Vick’s Magic Croup Save, usado para curar dores de garganta e obstrução nasal. Seu modo de usar era simples: o paciente poderia misturar com água quente e inalar o vapor ou simplesmente passar no peito.
Rapidamente o novo ungüento ficou famoso. Sete anos depois, como uma forma de diminuir o nome da marca e assim torná-la mais fácil de ser divulgada, a empresa trocou a denominação da pomada para Vick’s VapoRub, um acrônimo composto por pedaços das palavras inglesas vapour (vapor) e rub (esfrega), referências à sua posologia.
Sim, até aí eles já eram ricos. Em 1917 chegaram a girar 900 mil dólares em um ano, um valor enorme para a época. No entanto, em 1918 veio a desgraça sobre a qual eu me referi no começo: o início nos EUA de uma pandemia que ficou conhecida como Gripe Espanhola. Desgraça para a população, porém uma bela graça para a empresa do Dr. Vick e seu cunhado. O povo procurava os produtos Vick nas farmácias, desesperados para diminuir os sintomas da doença. Sendo assim, se eles tinham fechado 1917 com 900 mil dólares, um ano depois esse valor pulou para quase 3 milhões de dólares!
A Gripe Espanhola foi detectada a primeira vez nos Estados Unidos e não na Espanha, como o nome pode nos fazer concluir. Essa denominação foi criada pela imprensa européia, a qual na época vivia sob censura por causa da I Guerra Mundial. Sem poder falar da gripe por causa da advertência do governo de não querer causar pânico, os veículos dos países envolvidos na guerra não falavam nada sobre o assunto. Acontece que a Espanha não participava do conflito e seus periódicos fizeram uma ampla cobertura, dando a impressão de que a gripe surgira lá.
A fortuna fez com que a empresa passasse a investir em outros produtos, mas a sua famosa pasta friccional sempre foi o carro chefe da companhia. Depois de várias décadas nas mãos da mesma família, em 1985 eles venderam a marca para a Procter and Gamble.
Curiosidades de Sobremesa
1 – Nos EUA o nome é Vicks VapoRub, eles tiraram a apóstrofe para facilitar. Aqui no Brasil, de tanto o povo falar no singular, a empresa cirou uma variação da marca.
2 – A pomada hoje é feita a base de mentol, cânfora e óleo de eucalipto.
3 – Já a primeira fórmula levava também óleo de rícino, mais conhecido como óleo de mamona.
4 – A Gripe Espanhola matou muita gente, mas não se sabe o número correto. Uns dizem 25 milhões de pessoas, outros chegam até os 100 de mortos.
5 – Esse tipo de vírus da gripe foi batizado de H1N1 e sim, ele é a origem tanto da gripe aviária quanto da atual gripe suína.

Adaptado (quase copiado na integra!) do blog Sedentário

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Senhas e Logins na forma de comprimidos!

pilldest


Um comprimido que transforma você, na sua senha.

Funciona assim: ao invés de digitar aquelas coisas chatas de sempre como nome de usuário, email, senha, você ENGOLE UM COMPRIMIDO e pronto. Você passa a ser reconhecido pelo seu computador, seu celular e até seu carro, apenas com a sua presença. Podia até se chamar de “Senhol”, mas preferiram chamar de “Edible Password Pills for Devices” (melhor).

O pequeno comprimido que você ingere tem um sensor de 1mm com 2 materiais condutivos, um de cada lado, e que entram em contato quando ela é dissolvida no seu estômago. “Como uma bateria de batata”, tá escrito lá nas FAQs. Totalmente seguras e já aprovadas pelo FDA, o tal comprimido libera suas senhas por um dia inteiro e você pode tomar todos os dias por até um mês.

Não se sabe ainda se a ideia de liberar senhas com o seu estômago será bem recebida, mas uma coisa podemos concordar com a chefe de pesquisas da Motorola que apresentou a novidade na semana passada: “depois de 40 anos de avanços na área da computação, nós continuamos autenticando como fazíamos muitos anos atrás”.
Realmente, eu não aguento mais escrever meu email e senha. Mesmo com ajuda dos one-password-forever da vida, meu próprio e-mail continua sendo o que eu mais digito.

A pílula é feita pela Proteus Digital Health, passa lá e fuça mais.

Adaptado do Update or Die

terça-feira, 7 de maio de 2013

SINGULAIR® (Montelucaste de Sódio) - medicamento está sendo relacionado a pensamentos e ações suicidas


As vendas mundiais do blockbuster contra a asma da Merck, o Singulair® 
(Montelucaste de Sódio) foram cerca de US $ 5 bilhões por ano até o ano passado, quando a patente expirou, nos Estados Unidos. Mas o medicamento também tem uma nuvem escura sobre ele. A agência Australiana recebeu 58 notificações de eventos adversos psiquiátricos em crianças e adolescentes que tomavam Montelucaste de Sódio desde 2000 e os relatórios também vieram à tona nos EUA.


   Montelucaste de Sódio, é um antagonista do receptor de leucotrienos ou LTRA, é uma das várias drogas que debutaram na última década. Nos EUA o Montelucaste de Sódio foi largamente comercializado contra alergias infantis menores, além de asma, e vendido numa formulação mastigável com sabor de cereja.

  "Quando a criança aspira um desencadiador da asma, como o pólen de árvores ou poeira, o corpo libera leucotrienos", que o Montelucaste de Sódio bloqueia. Mas também quem usa o medicamento pode experimentar, alucinações, irritabilidade, agitação, sonambulismo, tremores, e problemas para dormir além de pensamentos e ações suicidas.

  Em 2009, com 15 anos de idade, Cody Miller de Queensbury, NY, usou Montelucaste de Sódio para a "febre dos fenos" e tirou a própria vida 17 dias depois, após o ocorrido a Food and Drug Administration (FDA) incluiu no Montelucaste de Sódio um aviso mais contundente sobre os efeitos colaterais "neuropsiquiátricos". No ano seguinte, Fox TV, uma rede líder de televisão dos EUA, informou que as crianças usando Montelucaste de Sódio estavam sendo diagnosticadas com Síndrome de Tourette e condições comportamentais e neurológicas graves causadas pelo medicamento. A materia informava que: a maioria está "se curando" quando param de usar a droga, mas alguns não e, em seguida, são dadas outras drogas comportamentais  prejudiciais a principalmente a pacientes pediátricos.


Mais de 100 pais no popular web site askapatient.com, corroboram a evidência, relatando que Singulair® causa hiperatividade, acessos de raiva, depressão, choro, dificuldade escolar, tiques faciais, movimentos dos olhos estranhos e auto-mutilação em seus filhos, até em crianças por volta de um ano de idade. Para muitas dessas crianças foi prescrito Montelucaste de Sódio para "viroses" e "chiados no peito" condições que poderiam levar aos primeiros sintomas da asma, e compatíveis com o "tratamento precoce".

Mesmo os adultos percebem as consequências. "Eu estava perfeitamente saudável antes de tomar este medicamento", relata uma mulher de 53 anos de idade, a cerca de Singulair no site da askapatient. "O Doutor percebeu que eu tinha um pouco de chiado no peito e prescreveu Montelucaste. Comecei a ter pesadelos, insônia e depressão após os primeiros dias", o que levou a "pensamentos suicidas", diz ela.

Infelizmente como em muitos outros casos de medicamentos blockbuster, o Montelucaste fez bilhões com a promessa de vencer "doenças", neste caso alergias na infância e asma, e como muitos medicamentos outros blockbuster, os verdadeiros perigos surgiram apenas depois que a fármaco perdeu sua patente e o potencial de lucro desapareceu.

Fonte: Fox News

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia do Trabalho! Parabéns aos colegas farmacêuticos!

Como hoje é feriado do dia do trabalho, resolvi mostrar como esse negócio de trabalho simplesmente não existe, mas como a explicação é um pouco complicada, vou deixar o Didi explicar para vocês. Assistam!


Grande abraço a todos os colegas que labutam nas Artes galênicas!